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Sábado, 3 de Junho de 2006
O Melhor Festival de Rock

12º SUPER BOCK SUPER ROCK

 

A JSD - Alvito, até as 18:00 horas do dia 7 de Junho, vai entregar dois bilhetes para o 12º festival Super Bock Super Rock.

Quem se quiser candidatar, basta fazer uma frase onde JSD e Rock tem de constar, ser original e deixar o seu e-mail para que se for o vencedor a JSD - Alvito possa entrar em contacto.

 

 

 

publicado por JSD às 09:31
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8 comentários:
De Marco a 7 de Junho de 2006 às 09:49
A JSD é fixe mas o Rock que se lixe!

marco14@sapo.






De miriam_lopes_ribeiro@hotmail.com a 7 de Junho de 2006 às 13:52
A jsd e o rock só mesmo com super bock
De Bohemia a 8 de Junho de 2006 às 00:19
O post n 3 é sério e reflete bem o espirito das coisas! Tal como a jsd(onde as reuniões se fazem a acompanhar com super bock) o rock combina bem com super bock!
De Mário Simões a 9 de Junho de 2006 às 16:20
Bilhetes para o rock in rio os paus mandados querem oferecer
uma tal gravação de cd's me faz lembrar
para ganhar todos podem concorrer
porque no final, os bilhetes vão ter de pagar
De gandapinha a 9 de Junho de 2006 às 16:55
Oh Mário Simões, não te dês ao trabalho de escrever para esta cambada porque amanhã já não está cá essa maravilhosa rima que escreveste!!!greetings!
De Wikipédia a 9 de Junho de 2006 às 18:04
Censura é o uso pelo estado ou grupo de poder, no sentido de controlar e impedir a liberdade de expressão. A censura criminaliza certas acções de comunicação, ou até a tentativa de exercer essa comunicação. No sentido moderno, a censura consiste em qualquer tentativa de suprimir informação, opiniões e até formas de expressão, como certas facetas da arte.

O propósito da censura está na manutenção do status quo, evitando alterações de pensamento num determinado grupo e a consequente vontade mudança. Desta forma, a censura é muito vulgar entre certos grupos, como certas religiões, multi-nacionais e governos, como forma de manter o poder. A censura procura também evitar que certos conflitos e discussões se estabeleçam.

A censura pode ser explicita, no caso de estar prevista na lei, proibindo a informação de ser publicada ou acessível, após ter sido analisada previamente por uma entidade censora que avalia se a informação pode ou não ser publicada (como sucedeu na ditadura portuguesa através da PIDE) , ou pode tomar a forma de intimidação governamental ou popular, onde as pessoas têm receio de expressar ou mostrar apoio a certas opiniões, com medo de represálias pessoais e profissionais e até ostracismo, como sucedeu nos Estados Unidos da América com o chamado período do McCartismo .

Pode também a censura ser entendida como a supressão de certos pontos de vista e opiniões divergentes, através da propaganda, manipulação dos média ou contra-informação. Estes métodos tendem a influenciar e manipular a opinião pública de forma a evitar que outras ideias, que não as predominantes ou dominantes tenham receptividade.

Uma forma moderna de censura prende-se com o acesso aos meios de comunicação e também com as entidades reguladoras (que atribuem alvarás de rádio e televisão), ou com critérios editoriais discricionários (em que por exemplo um jornal não publica uma determinada notícia).

Muitas vezes a censura se justifica em termos de proteção do público, mas na verdade esconde uma posição que submete os artistas ao poder do estado e infantiliza o público, considerado como incapaz de pensar por si próprio.

Actualmente a censura pode ser contornada mais eficazmente, com o recurso à Internet, graças ao fácil acesso a dados sem fronteira geográficas e descentralizado e aos sistemas de partilha de ficheiros peer-to-peer, como a Freenet.

O uso cotidiano da censura promove um movimento de defesa bastante corrosivo que é a auto-censura, quando os produtores culturais e formadores de opinião evitam tratar de questões conflitivas e divergentes.

De Eu bem os avisei! a 14 de Junho de 2006 às 19:06
A Frustração do Ideal Democrático* * Nota sobre o texto de F . A. Hayek , The Miscarriage of the Democratic Ideal: A Recapitulation ", in Law , Legislation and Liberty , Vol. 3, The Political Order of a Free People , Chicago: The University of Chicago Press , 1979, pp. 98-104 Por André Azevedo Alves An omnipotent sovereign parliament , not confined to laying down general rules , means that we have an arbitrary government " F . A. Hayek , Law , Legislation and Liberty , Vol. 3, p. 102 Neste texto, inserido no terceiro volume da obra Law , Legislation and Liberty , Hayek procura explicar as razões que estão na origem da percepção de que o processo democrático é facilmente manipulado por interesses particulares levando a uma crescente desilusão com a aplicação prática do ideal democrático. A descredibilização crescente do ideal democrático acontece de forma aparentemente paradoxal ao mesmo tempo que os princípios democráticos são aplicados a um número crescente de áreas sociais. Para Hayek , a desilusão sentida por tantos relativamente à democracia deve-se, não a falhas no princípio democrático em si mesmo, mas ao facto de ele ter sido aplicado de forma errada e abusiva. Para fundamentar a sua posição, Hayek começa por frisar que a noção de democracia tem a ver exclusivamente com um método de governo específico, não prescrevendo quais devem ser os objectivos que o governo deve procurar atingir. Na medida em que a democracia é o único método pacífico de alteração de governos disponível ela merece ser defendida, mas tal não implica que os seus defensores devam ter um determinado programa político comum. Para que a democracia não se converta numa disputa pelo poder do Estado entre diferentes coligações de interesses, é essencial que as áreas de intervenção desse mesmo Estado sejam estritamente limitadas. Para impedir o exercício arbitrário do poder todo o governo deve ser limitado, e o governo eleito democraticamente não é excepção. Foi com o objectivo de prevenir o exercício arbitrário do poder que foram consagrados os princípios da separação de poderes, primado da Lei, da independência dos tribunais e da existência de direitos individuais prévios ao próprio Estado. No entanto, todos estes princípios liberais foram subalternizados pela ideia de que, se um governo é democrático, todas essas salvaguardas se tornam, em maior ou menor grau, desnecessárias ou mesmo anti-democráticas " por colocarem limites ao exercício da soberania popular. O reconhecimento de princípios gerais do Direito que devem limitar a acção do governo visava a protecção da liberdade individual, garantindo que a Lei deveria assegurar a aplicação universal da Justiça e não a prossecução de fins concretos ou a concessão de privilégios a indíviduos ou grupos específicos. No entanto, com a justificação de que um governo democrático deveria ser "livre" de prosseguir quaisquer fins que julgue convenientes, foi-se impondo a concepção de que as leis aprovadas democraticamente não deveriam ser limitadas por princípios que se impusessem ao próprio Estado. Face a esta evolução, o ideal democrático foi deturpado, passando a servir de justificação para o levantamento de quaisquer limitações impostas à acção dos poderes executivo e legislativo. Passou gradualmente a considerar-se que um parlamento democrático não deveria limitar-se à aprovação de regras de conduta gerais e abstractas, mas que deveria antes constituir-se como extensão legislativa de um governo omnipotente. A (suposta) legitimação democrática dos fins fornece desta forma justificação para o uso de todos os meios julgados necessários, ainda que tal implique o desrespeito por princípios e direitos anteriormente considerados invioláveis. Uma vez estabelecido o princípio do tratamento desigual dos cidadãos por parte do Estado e aceite a existência de leis orientadas para a prossecução de fins específicos, o exercício do poder torna-se necessariamente arbitrário. Cada decisão concreta do governo e cada lei aprovada pela legislatura passam a ser alvo de disputa de influências pelos vários grupos de interesses particulares presentes na sociedade que procuram obter privilégios através de medidas executivas e legislação que lhes sejam favoráveis.
De Estado do Partido a 15 de Julho de 2006 às 12:27
Incentivado pelo "excelente" debate sobre o estado da nação, apraz-me salientar que o PSD-Alvito encontra-se como o PSD nacional, sem ideias e sem capacidade de fazer uma oposição credível . A nível local nem capacidade tiveram de apresentar uma proposta tipo instituição do "dia nacional do cão", enquanto que a nível nacional Marques Mendes se assume cada vez mais um líder para atravessar o deserto"! Vá lá pessoal não deixem as moscas entrarem e façam qualquer coisa para a malta se entreter um bocadinho...

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