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Quarta-feira, 15 de Março de 2006
Alvito está a mudar para .....
A festa da participação

Ontem à noite a Câmara Municipal de Alvito reuniu mais uma vez com os munícipes, cerca de trinta, para procurar as melhores soluções para o mercado e a feira.

A discussão foi animada, muito participada e esclarecedora. Naturalmente que nem todos têm a mesma postura. Enquanto uns expressam livremente as suas opiniões sem outro objectivo que não seja o de contribuir para ajudar a decisões mais acertadas, outros ainda estão de pé atrás, desconfiados, e outros ainda não disfarçam o seu desagrado pelo processo.

A gestão participada é a melhor solução para a tomada de decisões mais acertadas. É um processo que exige convicção e persistência de quem o promove. Exige um modelo e uma estratégia de comunicação para a mobilização da participação.

Uma vez assegurada a participação e ouvidas as diversas opiniões sobre o assunto em discussão a Câmara deve decidir em tempo oportuno. Não deve atrasar a decisão com justificação/desculpa da participação, porque dessa forma está a acabar com ela.

In, Alvitrando – blog de Lopes Guerreiro


JSD-ALVITO
Antonio Manuel Pataquinho Freire


Porque não se diz tudo?

Após ler este artigo publicado no blog Alvitrando, espaço da responsabilidade do cidadão Lopes Guerreiro, ex-autarca deste concelho, fiquei realmente de boca aberta!
Como se pode afirmar que este modelo, será o modelo de participação acertado? Onde quem está filiado ao PSD, como eu, não pode dar a sua opinião sobre os vários temas sem ser acusado de oportunismo politico. Como se pode deixar no ar que aqueles tipos de assembleias são essenciais e onde se discute muito e bem?

Na ultima reunião deste género tentaram arranjar um bode expiatória para justificar atrasos e obras por iniciar, foi uma vergonha, eu próprio não aguentei ouvir e retirei-me da reunião sem dizer uma única palavra. Alguns apoiantes do Movimento responsável pela autarquia, afirmaram mesmo que a culpa do atraso do concelho eram os funcionários da autarquia, estes foram apelidados de malandros e incompetentes, sem excepções. O mais caricato é que alguns dos que fizeram tais afirmações, eles próprios são funcionários da autarquia, estão a acusar colegas e a por um rotulo neles próprios. Mas isto o Srº Lopes Guerreiro não comentou.

Ouvi um funcionário da autarquia afirmar que, todos sabem que trabalhar na função publica é sinonimo de trabalhar mais devagar, que os funcionários públicos não querem trabalhar e para tal agarram-se a legislação em vigor na a função publica, que lhes permite malandrar. O mais engraçado é que o funcionário da autarquia de fez tais afirmações, à menos de um mês estava a atacar a Susana Dores, a criticar um artigo que denunciava o mau funcionamento da Biblioteca Municipal e ele próprio a defender os colegas que agora apelida de malandros e oportunistas. Não querem ser políticos, são independentes, e depois tem atitudes deste género, que moral tem depois para vir acusar os outros de politiquice?

Lopes Guerreiro afirma que, “Naturalmente que nem todos têm a mesma postura. Enquanto uns expressam livremente as suas opiniões sem outro objectivo que não seja o de contribuir para ajudar a decisões mais acertadas, outros ainda estão de pé atrás, desconfiados, e outros ainda não disfarçam o seu desagrado pelo processo.” A JSD – Alvito já por mais de uma vez teve a oportunidade de felicitar o Srº Presidente da autarquia pela iniciativa, a ideia é boa o modelo da reunião é que leva a situações muito desconfortantes que levam ao afastamento dos munícipes. Agora falo por mim, como posso eu dar a minha opinião sobre um qualquer tema em discussão nessas reuniões? Logo depois sou acusado de oportunismo e sou alvo do ataque serrado por parte dos apoiantes do MI.

Este tipo de reuniões só servem para que o presidente da autarquia possa ouvir os seus apoiantes, que estão sempre em maioria e a travar qualquer outra intervenção. Será isto gestão participada e democrática?
publicado por JSD às 11:48
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