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Quinta-feira, 23 de Março de 2006
A autarquia de Alvito tem as taxas de construção civil mais altas de toda a região.
Qualquer munícipe do concelho reconhece o calvário que é realizar obras no concelho de Alvito, como se não basta-se toda a burocracia necessária em qualquer parte deste pais, a freguesia de Alvito ainda tem a particularidade de grande parte dela estar a alçada do IPAR, pois quase todas as habitações estão a menos de 50 metros de um monumento. vila rica em património, isso é certo, mas que pela sua particularidade causa grandes constrangimentos a quem quer construir em tais zonas. É de realçar que isto não é uma critica, mas uma constatação dos factos.

Não bastando tais dificuldades, que passam por um emaranhado de projectos, pareceres e outros documentos de valor bastante elevado, ainda temos as taxas, licenças e outros pagamentos obrigatórios que se tem de efectuar à autarquia para o mais variado tipo de construções, e que são os mais elevados de toda a região.

Para a JSD – Alvito e evidente que tais valores têm de ser revisto para, que estes não se tornem mais um entrave ao lento desenvolvimento do concelho de Alvito.


JSD - Alvito
publicado por JSD às 09:52
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2 comentários:
De Anónimo a 27 de Março de 2006 às 16:49
Parece que descobriram a pólvora. Isso foi falado na última A. M. e o Pres. da Câmara disse que ia verificar a situação. Os valores são os mesmos desde há muitos anos.indio
</a>
(mailto:indio@iol.pt)
De Anónimo a 25 de Março de 2006 às 11:28
Caro Freire

A maior parte da vila de Alvito não está sob a alçada do IPPAR como acabaste de afirmar, porque apenas os edifícios classificados com as categorias de Monumento Nacional ou Imóvel de Interesse Público têm direito a uma zona de protecção que pode atingir um máximo de 50m em seu torno (DL 107-2001, de 8 de Setembro). Os monumentos que em Alvito (vila) têm essa classificação são: o Castelo, o conjunto Igreja Matriz/Igreja da Misericórdia/Igreja de Nossa Senhora das Candeias, a Igreja de Santo António e ainda a Ermida/Capela de S. sebastião. Localizando estes monumentos em planta constatarás facilmente que a maior parte das moradias de Alvito se situa fora das zonas de protecção.
Os constrangimentos de que falas são fáceis de ultrapassar. Digo-te isto porque, como deves calcular, encontrando-me neste momento a trabalhar em Mértola, lido todos os dias com estas questões. Basta que, antes que se efectuem as obras, os proprietários consultem as pessoas que estão por dentro destas questões de forma a poderem ser completamente elucidados, evitando demoras e malentendidos. Vou dar-te um exemplo: normalmente considera-se que os arqueólogos são uns "empata-obras",porque é convicção geral que a partir do momento em que aparecem vestígios arqueológicos a obra tem de ficar embargada uns quantos (largos) meses. Isso não é bem assim. No espaço de um ano fiz um bom número de acompanhamentos arqueológicos no Centro Histórico de Mértola, dentro das muralhas, tendo aparecido importantes vestígios arqueológicos e posso garantir-te que nenhuma das obras se atrasou por causa da arqueologia, simplesmente porque as pessoas consultaram o Gabinete Técnico Local de Mértola antes de iniciarem os processos das obras e as situações foram esclarecidas pelos técnicos que lá trabalham. Estou convicto que se as pessoas consultarem os técnicos que trabalham na Câmara Municipal de Alvito deixarão de ter de enfrentar morosidades nos seus processos (como deves saber, em Alvito, mesmo tendo conhecimento das especificidades do nosso Centro Histórico, as pessoas fazem primeiro os projectos e só depois é que consultam os técnicos).
Por outro lado, estás a queixar-te do que poderá ser um dos motores do desenvolvimento de Alvito: o seu património. Como é que queres desenvolver o concelho do ponto de vista cultural, patrimonial e turistico? Destruindo aquilo que é a sua imagem de marca? Destruindo aquilo que o diferencia dos outros? Toda a gente pode fazer obras nas suas casas, sobretudo para criar melhores condições de habitabilidade e conforto. Mas daí a deixar destruir o nosso património e acabar simultaneamente com o equilibrio urbanístico de Alvito...
Quanto aos preços, não sei dizer-te nada porque não possuo os dados, nem os de Alvito, nem os dos restantes concelhos da região (podias poublicá-los de forma a podermos comentá-los). Só sei dizer-te que em Mértola (vila) as casas são mais caras do que em Alvito (vila).

Um abraço,

Jorge FeioJorge Feio
</a>
(mailto:jorgefeio77@hotmail.com)

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